Publicado há 1 ano

O anúncio do início de obras de alargamento da pista na Avenida Victor Ferreira do Amaral, entre as ruas Brasílio de Lara e Pastor Manoel Virgínio de Souza, no Bairro Tarumã, em Curitiba, trouxe preocupação ao deputado Goura para a possibilidade de corte de árvores do canteiro central naquele trecho.

Por isso, como presidente da Comissão de Ecologia, Meio Ambiente e Proteção aos Animais da Assembleia Legislativa, ele pediu informações à Prefeitura de Curitiba, ao Ministério Público do Paraná e ao Instituto Água e Terra sobre estudos e autorizações ambientais que justifiquem eventual supressão de vegetação no local.

Prefeitura

Foi encaminhado ofício ao prefeito Rafael Greca de Macedo pedindo informações sobre quais estudos técnicos urbanísticos e ambientais realizados; se há autorização ambiental emitida para supressão vegetal das árvores no local; sobre quais serão as medidas mitigadoras e compensatórias; sobre quais serão as medidas adotadas para evitar alagamentos e garantir a drenagem e sustentabilidade hídrica do local e se será feita a requalificação das calçadas e ciclovias na região.

Ministério Público

Ao promotor Alberto Vellozo Machado, coordenador do Centros de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça para Meio Ambiente e Habitação e Urbanismo (CPPMA) do MP-PR foi enviado ofício questionando se existe autorização ambiental para supressão das árvores, com a necessária justificativa técnica urbanística-ambiental e se há informação sobre as devidas medidas mitigadoras e compensatórias que apareceriam em um Estudo de Impacto Ambiental e/ou um Estudo de Impacto de Vizinhança. Também sobre a necessidade de requalificação das calçadas e ciclovias, bem como de estudo de permeabilidade de solo.

Instituto Água e Terra

Ao Presidente do Instituto Água e Terra, Everton Luiz da Costa Souza, também foi encaminhado ofício perguntando sobre se há estudo técnico ambiental que subsidiou a decisão da prefeitura; sobre qual foi a autorização ambiental emitida para supressão vegetal das árvores presentes no local; sobre quais serão as medidas mitigadoras e compensatórias adotadas pela prefeitura e sobre quais medidas serão adotadas para evitar alagamentos e garantir a drenagem e sustentabilidade hídrica do local.