
“Quem não dale, dá licença”: projeto de Goura reconhece o Sarro como patrimônio cultural
Nascido na cena eletrônica de Curitiba, dança ganhou as ruas e se tornou uma expressão da cultura urbana paranaense. O recado da galera do Sarro é direto: “Quem não dale, dá licença. Quem não gosta, morde as costas.” O Sarro começa no corpo. Mas não termina nele. É o ponto de partida para discutir a cidade, fazer amizade, se divertir, se expressar e ocupar a rua. É um mundo infinito de possibilidades. O Sarro dá perspectiva, dá possibilidade e é mais do que uma dança. E é por isso e mais, que o deputado













